
O agronegócio brasileiro vive um momento de intensa transformação. Questões ambientais, exigências de mercado e novas tecnologias estão redesenhando o jeito de produzir e de fazer negócios no campo. Ao longo de 2025, a editoria Notícias Responsáveis, assinada por Aline Locks, CEO da Produzindo Certo, foi palco de reflexões mensais sobre os principais temas que moldam o presente e o futuro do setor.
Com uma linguagem simples e direta, Aline trouxe para o debate pautas centrais para quem atua no agro, com foco em sustentabilidade, competitividade e inovação. Ao longo de mais um ano, os artigos mostraram que as grandes mudanças não estão apenas nas leis e nas negociações internacionais, mas também no jeito como cada produtor toma decisões no dia a dia.
Biodiversidade no centro das decisões
Entre os destaques do ano, nossa CEO chamou atenção para um tema urgente e estratégico: a valorização da biodiversidade. Em “A biodiversidade merece crédito”, ela destacou que conservar áreas nativas não é custo, mas investimento. A pauta ganha força em um momento em que créditos de biodiversidade e mercados de serviços ecossistêmicos começam a se consolidar globalmente.
A mensagem foi clara: o produtor que protege a biodiversidade também está construindo novas fontes de renda e oportunidades de inserção em mercados mais exigentes e valorizados.
Outro destaque foi o artigo sobre como o mercado global impulsiona a transformação no campo. Em “Quando o mercado quer, o campo entrega”, Aline mostrou que os produtores brasileiros têm capacidade de adaptação e inovação para atender padrões ambientais cada vez mais rigorosos.
A crescente pressão por rastreabilidade, práticas regenerativas e conformidade com regulações internacionais foi apresentada não como barreira, mas como um caminho para gerar valor e fortalecer a imagem do agro brasileiro no mundo.
A nova lógica do valor da terra
Com a intensificação das discussões sobre transição verde, o valor da terra agrícola ganhou novos contornos em 2025. Em outro artigo, Aline Locks analisou como fatores socioambientais estão influenciando diretamente preços, investimentos e negociações no campo.
Mais do que produtividade, a regularidade ambiental e a adoção de práticas sustentáveis passaram a pesar na balança, sinalizando uma mudança estrutural na percepção de valor no setor.
O debate sobre sustentabilidade no agro não vem sem desafios. O texto “Tarifaço (in)sustentável: quando o mercado impõe barreiras à transição verde”, abordou as novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros no segundo semestre de 2025.
A análise trouxe luz a um ponto crucial: Não há justiça de mercado quando países exigem sustentabilidade na produção agrícola global, mas adotam políticas comerciais que punem justamente quem produz de forma responsável.
E em um dos últimos artigos do ano, Aline abordou um dos temas mais discutidos hoje no setor: a agricultura regenerativa. Em “Agricultura regenerativa: muito além da modinha”, ela destacou que essa abordagem vai além de tendências passageiras, representando um novo modelo de produção de longo prazo.
A agricultura regenerativa foi apresentada como uma estratégia concreta para aumentar a resiliência climática, melhorar a saúde do solo e gerar valor ambiental, posicionando o produtor como protagonista da transição para uma economia de baixo carbono.
Voz que inspira
Ao longo de 2025, o Notícias Responsáveis consolidou-se como uma editoria que conecta o campo às grandes discussões globais, um espaço de reflexão e posicionamento do agro responsável. As análises de Aline Locks, sobre temas profundos, com dados e uma visão alinhada às grandes transformações do setor, mostraram que sustentabilidade e competitividade não são caminhos opostos, mas complementares.
Em 2026, a editoria seguirá com a mesma força, ampliando o olhar para novas frentes como mercados de carbono, regulação internacional, inteligência climática e tecnologias regenerativas. O objetivo é continuar inspirando produtores e lideranças a enxergarem oportunidades onde muitos ainda veem barreiras, fortalecendo o papel do Brasil como protagonista de uma agricultura inovadora e sustentável.
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